Índice de Fluência Leitora chega a 6,4 pontos e taxa de leitores iniciantes e fluentes sobe de 38% para 76% no ciclo avaliativo
A Prefeitura de Ilhabela registrou, em 2025, um avanço expressivo na fluência leitora dos alunos da rede municipal. O Índice de Fluência Leitora (IFL) subiu de 4,5 para 6,4, o maior resultado já alcançado pelo município, evidenciando a evolução da qualidade da leitura das crianças.
Além do crescimento no índice, a taxa de leitores iniciantes e fluentes avançou 38 pontos percentuais, passando de 38% na entrada para 76% na saída do ciclo avaliativo. Os resultados refletem as mudanças pedagógicas adotadas a partir do segundo semestre, com reforço no acompanhamento pedagógico e no processo de alfabetização.
“Alcançar o maior índice de fluência leitora da história de Ilhabela é resultado de uma política pública bem planejada e executada. O avanço de 38% para 76% de alunos leitores demonstra que investir em diretrizes pedagógicas eficientes, valorizar os profissionais da educação e acompanhar resultados dá certo. Educação de qualidade exige gestão responsável, compromisso com resultados e, acima de tudo, cuidado com as pessoas. É assim que garantimos uma base sólida para o futuro das nossas crianças e da cidade”, afirmou o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci.
Para o secretário de Educação, Fábio Merlin, os números confirmam o impacto das ações adotadas. “O crescimento do Índice de Fluência Leitora para 6,4 coloca Ilhabela entre as redes que mais avançaram no Litoral Norte, mostrando que as mudanças pedagógicas fortaleceram a alfabetização no município”, afirmou.
Os dados fazem parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política do Governo Federal que avalia os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental. Em Ilhabela, a avaliação contou com 99% de presença dos alunos, garantindo um diagnóstico amplo e representativo da aprendizagem.
De acordo com o secretário adjunto de Educação, professor Diego Serena, os resultados vão além dos números. “Esses índices representam o direito que as crianças têm de ser alfabetizadas na idade certa. Já estamos com projetos de intervenção pedagógica para avançar ainda mais e recuperar os alunos que ainda não chegaram ao nível esperado, garantindo que todos tenham acesso a uma aprendizagem de qualidade”, afirmou.