Em nova localização, festival se consagra como indispensável no calendário do jazz nacional e internacional O Ilhabela in Jazz celebrou seu quinto ano envolto pela atmosfera da seringueira centenária da Praça Coronel Julião. Com a nova localização no coração da Ilhabela, a edição de 2017 consagrou definitivamente o evento Leia mais
Em nova localização, festival se consagra como indispensável no calendário do jazz nacional e internacional O Ilhabela in Jazz celebrou seu quinto ano envolto pela atmosfera da seringueira centenária da Praça Coronel Julião. Com a nova localização no coração da Ilhabela, a edição de 2017 consagrou definitivamente o evento como um dos mais relevantes encontros do jazz e suas vertentes dentro do Brasil. E também apontou holofotes para os nomes “Ilhabela”, “São Paulo” e “Brasil” dentro do roteiro internacional de grandes nomes do estilo. Nos bastidores, os artistas internacionais comentavam sobre a beleza do lugar. Na plateia, pairava o deleite de conferir uma programação de altíssimo nível, de forma gratuita e democrática. “Tivemos uma média de 1.700 pessoas por dia passando pelo evento, de 11 a 14 de outubro, onde a cidade registrou 90% de taxa de ocupação hoteleira. Isso mostra o sucesso do festival”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Ricardo Fazzini. Para o prefeito Márcio Tenório, o público que passou pelo festival conferiu uma programação de qualidade, em um ambiente completamente encantador. “O Ilhabela In Jazz trouxe nomes de peso, fazendo com que a experiência de quem presenciou as apresentações no centro histórico da cidade, envolto pela natureza, fosse um momento único. É uma grande satisfação proporcionar eventos como este para a cidade”, disse. Apesar do Jazz no nome, o evento possui um lineup variado, que abriga muitos outros estilos. Em 2017, a programação foi completamente instrumental – ao passo que em 2016, o Ilhabela in Jazz teve vozes atuantes como as de Mônica Salmaso e do camaronês Richard Bona. Este ano, o festival contou com o jazz de Louise Wooley, Philippe Baden Powell e Uri Caine Trio (EUA), mas também com a bossa nova (brazilian jazz) nos inesquecíveis shows de Amilton Godoy Trio e Arismar do Espírito Santo com João Donato, que fizeram a plateia entoar alguns clássicos da nossa mpb. O show do Dr. Lonnie Smith (EUA) abriu espaço para experimentalismos e gerou curiosidade sobre sua bengala sonora. Enquanto que o de Carlos Malta e Pife Muderno levantou a plateia e colocou todo mundo para dançar, numa performance pautada pela música regional nordestina, de nomes como Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. O encerramento ficou por conta do show Ilhabela in Jam, onde alguns dos nomes que já passaram pelo evento nos últimos quatro anos montaram um espetáculo exclusivo e autoral, além de grandes temas do Jazz e da Música Brasileira. Subiram ao palco: Ricardo Herz – Violino, Eduardo Neves – Saxofone e flauta, Toninho Ferragutti – Acordeão, Edu Ribeiro – Bateria, Bruno Migotto – Contrabaixo, André Marques – Piano, e o curador do festival, Paulo Braga, que pela primeira vez na história do evento tocou uma composição sua ao piano. Com músicos de diferentes gerações a fim de compartilhar cultura à beira-mar, a programação do Ilhabela in Jazz é sempre gratuita e traz um apanhado do jazz contemporâneo e suas infinitas possibilidades e fusões com outros ritmos. A curadoria e o lineup são assinados por Paulo Braga, realização da Prefeitura Municipal de Ilhabela, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, produção da Articular e patrocínio da revendedora Troller Trilha 4×4 Campinas.